O Património Construído deve ser exaltado em qualquer região, visto que retrata as origens e importantes acontecimentos de uma povoação. Tratam-se de imóveis ou infra-estruturas que para além de serem construções são simultaneamente bens culturais.
A Gafanha da Nazaré, possui um vasto património a este nível, exemplo disso são a Casa Gafanhoa, Jardim Oudinot, Forte da Barra, Guarita, Jardim 31 de Agosto, Porto Bacalhoeiro, Jardim de Alameda, Jardim 31 de Agosto, Porto de Pesca Costeira, Porto de Aveiro, Navio Museu de Santo André, Farol da Barra. Nesta secção será feita uma breve descrição do património construído e serão apresentadas algumas fotografias.

Casa Gafanha

Situada no centro da cidade, na Rua S. Francisco Xavier, a casa foi construída em 1929 e pertenceu à família de Vergílio Ribau e de Maria Merendeiro Filipe. Os traços típicos da casa são simples, com uma porta e duas janelas, com um acesso lateral através de um largo portão que abre para o pátio interior e cozinha. As divisões da casa são de pequena dimensão, tem quatro quartos, um dos quais de hóspedes ou para quem estava doente – era sempre o quarto da frente, o maior e melhor, que assumia esta função, anexo à sala. O quarto de casal, tinha acesso igualmente à sala, e os restantes dois quartos eram distribuídos pelos filhos do casal. A sala do senhor ou visitas, era considerada como o lugar de honra da casa. Geralmente utilizada nos dias de festa, especialmente na Páscoa, era também a divisão por onde as figuras importantes entravam (visita pascal, médicos). O pátio era ladeado por um celeiro (onde havia uma caixa para guardar o milho, batatas, feijões), um curral, um estábulo, um galinheiro e uma casa de lenha.

Houve a necessidade de preservar algumas tradições e de mostrar às gerações actual e vindouras a forma de vida e de subsistência da população local durante as várias décadas, levou à aquisição e recuperação de uma casa gafanhoa, aberta ao público desde Novembro de 2000. Aqui se podem percorrer os vários espaços de uma casa de lavrador rico da década de 20/30, bem como apreciar móveis, utensílios domésticos e agrícolas variados, testemunhos do dia-a-dia dos nossos antepassados. Reconstituição da forma de viver das gentes das Gafanhas. Através da habitação, podemos aperceber a vivência destas gentes ligadas à ria e ao mar, mas também à agricultura.

Casa Gafanha

Situada no centro da cidade, na Rua S. Francisco Xavier, a casa foi construída em 1929 e pertenceu à família de Vergílio Ribau e de Maria Merendeiro Filipe. Os traços típicos da casa são simples, com uma porta e duas janelas, com um acesso lateral através de um largo portão que abre para o pátio interior e cozinha. As divisões da casa são de pequena dimensão, tem quatro quartos, um dos quais de hóspedes ou para quem estava doente – era sempre o quarto da frente, o maior e melhor, que assumia esta função, anexo à sala. O quarto de casal, tinha acesso igualmente à sala, e os restantes dois quartos eram distribuídos pelos filhos do casal. A sala do senhor ou visitas, era considerada como o lugar de honra da casa. Geralmente utilizada nos dias de festa, especialmente na Páscoa, era também a divisão por onde as figuras importantes entravam (visita pascal, médicos). O pátio era ladeado por um celeiro (onde havia uma caixa para guardar o milho, batatas, feijões), um curral, um estábulo, um galinheiro e uma casa de lenha.

Houve a necessidade de preservar algumas tradições e de mostrar às gerações actual e vindouras a forma de vida e de subsistência da população local durante as várias décadas, levou à aquisição e recuperação de uma casa gafanhoa, aberta ao público desde Novembro de 2000. Aqui se podem percorrer os vários espaços de uma casa de lavrador rico da década de 20/30, bem como apreciar móveis, utensílios domésticos e agrícolas variados, testemunhos do dia-a-dia dos nossos antepassados. Reconstituição da forma de viver das gentes das Gafanhas. Através da habitação, podemos aperceber a vivência destas gentes ligadas à ria e ao mar, mas também à agricultura.

Forte da Barra

Também conhecido por Forte Novo ou Castelo da Gafanha, foi construído para servir de fortaleza militar com o objectivo de proteger Aveiro das investidas dos corsários e das tropas inimigas. Este imóvel de interesse público (decreto/lei nº 735/74 de 21 de Dezembro) serviu igualmente de cadeia muitos anos. Não existem, no entanto dados precisos relativamente à data da sua construção, o que terá acontecido provavelmente no reinado de D. João III.

Forte da Barra

Também conhecido por Forte Novo ou Castelo da Gafanha, foi construído para servir de fortaleza militar com o objectivo de proteger Aveiro das investidas dos corsários e das tropas inimigas. Este imóvel de interesse público (decreto/lei nº 735/74 de 21 de Dezembro) serviu igualmente de cadeia muitos anos. Não existem, no entanto dados precisos relativamente à data da sua construção, o que terá acontecido provavelmente no reinado de D. João III.

Navio Museu de Santo André

É um antigo arrastão bacalhoeiro, que se encontra ancorado junto ao Jardim Oudinot, desde 23 de Agosto de 2001.É considerado o segundo melhor do mundo na pesca do bacalhau. O "Santo André" nasceu para a pesca em 1948. É hoje um museu que pretende mostrar como se vivia e trabalhava a bordo dos barcos que iam ao bacalhau nos mares gelados do Atlântico Norte.

Farol de Aveiro

Foi inaugurado a 31 de Agosto de 1893, este edifício foi projecto da autoria do engenheiro Paulo Benjamim Cabral. Consiste numa torre de alvenaria de formato circular pintada em faixas horizontais brancas e vermelhas encimada por uma lanterna cilíndrica, terminando em cúpula com cata-vento. A escadaria interior, em caracol, é composta por 288 degraus. O foco luminoso situa-se a 61 metros de altura, o que permite os raios de luz de um dos maiores faróis do mundo, se projectem a cerca de 60 quilómetros de distância, interceptando os faróis da Figueira da Foz e de Leça da Palmeira.

Farol de Aveiro

Foi inaugurado a 31 de Agosto de 1893, este edifício foi projecto da autoria do engenheiro Paulo Benjamim Cabral. Consiste numa torre de alvenaria de formato circular pintada em faixas horizontais brancas e vermelhas encimada por uma lanterna cilíndrica, terminando em cúpula com cata-vento. A escadaria interior, em caracol, é composta por 288 degraus. O foco luminoso situa-se a 61 metros de altura, o que permite os raios de luz de um dos maiores faróis do mundo, se projectem a cerca de 60 quilómetros de distância, interceptando os faróis da Figueira da Foz e de Leça da Palmeira.

Fábrica das Ideias

Foi inaugurado a 31 de Agosto de 1893, este edifício foi projecto da autoria do engenheiro Paulo Benjamim Cabral. Consiste numa torre de alvenaria de formato circular pintada em faixas horizontais brancas e vermelhas encimada por uma lanterna cilíndrica, terminando em cúpula com cata-vento. A escadaria interior, em caracol, é composta por 288 degraus. O foco luminoso situa-se a 61 metros de altura, o que permite os raios de luz de um dos maiores faróis do mundo, se projectem a cerca de 60 quilómetros de distância, interceptando os faróis da Figueira da Foz e de Leça da Palmeira.

Jardim da Alameda Prior Sardo

Num dos locais centrais da cidade e muito frequentado por alunos das escolas próximas, existe um espaço verde, confiante com a Alameda Prior Sardo. Além do parque infantil, pode apreciar-se, desde 1986, um pequeno monumento erigido em homenagem a uma figura ilustre da terra, Mestre Manuel Maria Bolais Mónica, construtor naval, que inscreveu o seu nome na história e tradição da pesca longínqua.

Porto Bacalhoeiro

Durante décadas fonte de rendimento da população local, a pesca longínqua e as tarefas a ela ligadas (secas do bacalhau, oficinas,…) perderam a importância de outrora dadas as condicionantes económicas actuais, impostas pela UE. Ainda assim, é motivo de atracção pela beleza da laguna e de alguns barcos que continuam a dedicar-se à faina marítima.

Porto de Aveiro

Durante décadas fonte de rendimento da população local, a pesca longínqua e as tarefas a ela ligadas (secas do bacalhau, oficinas,…) perderam a importância de outrora dadas as condicionantes económicas actuais, impostas pela UE. Ainda assim, é motivo de atracção pela beleza da laguna e de alguns barcos que continuam a dedicar-se à faina marítima.

Porto de Pesca Costeira

A acentuada degradação das infra-estruturas existentes em Aveiro, a distância entre a entrada da barra e o local de descarga e venda de pescado e os acessos congestionados no centro da cidade, levaram as autoridades ligadas ao sector das pescas a optar pela construção de uma nova infra-estrutura num local com bons acessos à A25 e próximo da entrada da Barra. Desta forma, surgiu o novo porto de pesca costeira, a laborar desde Maio de 1999, apoiada por toda uma estrutura, considerada das mais modernas e bem equipadas do país e o maior porto de pesca costeira do país.